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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

MODALISBOA – The Timers.

               Monsieur Aires (Rui Aires) vestido em Zadig&Voltaire.
               Foto: Carlota Andrade.

Coube mais uma vez ao SANGUE NOVO – uma plataforma de apresentação do trabalho de um coletivo de jovens designers – o desafio de inaugurar a passerelle. Banda, Carolina Machado, CARLOTAOMS, Cristina Real, David Catalán, Inês Duvale, Patrick de Pádua, Rúben Damásio, Sara Santos e Tânia Nicole foram as promessas desta edição.


 


No segundo dia destaque para Miguel Vieira, Preto, branco e azul cobalto pintam as propostas de Miguel Vieira para a próxima primavera/verão. Tendo como base a arte abstrata, o criador pegou em “tecidos entrançados manualmente [que] formam padrões que nos fazem lembrar os quadros de [Piet] Mondrian. A coleção trata de “revelar a essência de cada indivíduo que a veste”, descreve o estilista. “O abstrato e o minimalismo são também transportados para a silhueta e modelagem. Ora com pormenores mais desportivos ora com uma forte presença de alfaiataria, o equilíbrio encontra-se na Nobreza e no Informal, na Geometria e na Fluidez”, acrescenta.



No 3 e último dia, destaque para os meus favoritos, Nuno gama e Filipe Faísca.
“Na última edição da ModaLisboa viajámos até ao Cabo das Tormentas. Esta estação desafiámos o ‘Monstrengo’ e porque ‘manda a vontade que me ata ao leme’, intrépidos, dobrámos o cabo num desejo de Universalismo único que a Língua Portuguesa deu ao Mundo, no encontro da incrível África, pelo imenso Índico até à silenciosa beleza Asiática das amendoeiras em flor. Assistimos apaixonados ao regresso absoluto do Dandismo, às nossas melhores tradições e ao ressurgimento dos códigos de elegância em que o homem se renova no puro prazer de se mimar. ‘O’ casaco regressa em força e o ‘Homem’ do mundo inteiro rende-se à melodia da melhor tradição de Alfaiataria pela maestria do corte, na ‘mão’ do toque e no cair leve do tecido, no conforto e dinamismo num corpo de atitude cosmopolita que só a riqueza da experiência do passado, aliada à evolução tecnológica, orquestram esta epopeia. Com ele regressa o feito à mão, o personalizado e o único. Com ele permanecem ainda o luxo, a cor e a renovação dos eternos clássicos. A excelência da camisaria, dos laços, dos lenços e das gravatas completam este ciclo de elegância com ‘O’ sapato. Por ele viajámos, fascinados pelos 4 cantos do Mundo de onde trouxemos tanto quanto os olhos nos deixaram, na reminiscência do vestuário formal e recuperando o orgulho perdido da riqueza e nobreza de uma História única de missão deste povo, a que chamo, meu”, afirma Nuno Gama a propósito da coleção apresentada no Pátio da Galé, em Lisboa, a propósito de um dos maiores certames de moda do país.


Filipe Faísca apresentou uma coleção super feminina, em que se retrata a mulher como o início dos tempos, na 45ª edição da ModaLisboa.

Complementada com sapatos Christian Laboutin, a silhueta para o próximo verão é marcada por saias e vestidos, em tecidos como a seda, viscose, neoprene, cabedal, renda e plissados, onde os tons de branco, preto, pó do deserto, verde tardio, azul alvorada e coral completam a indumentária perfeita da Mulher de todos os tempos.


Mais em: http://modalisboa.pt/

Mushi mushi.

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